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By tecnicoemagropecuaria.blogspot.com

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4 de abril de 2011

Taquaraçu de Minas e a qualidade do leite (Parte II)



Resolvemos logo de inicio, postar a foto acima para ilustrar o que vamos escrever neste post. Não tínhamos muito que falar deste belo município mineiro, se não, o que vimos da situação de uma meia dúzia de pequenos produtores visitados. Até porque, também, não conseguimos maiores informações conforme relatamos na postagem anterior sobre as nossas andanças em Taquaraçu de Minas (parte I). Fecharíamos a matéria neste post, mais diante dos e-mails recebidos contestando a nossa opinião sobre a qualidade do leite e seus derivados, resolvemos nos estender nesse assunto.
Quando resolvemos relatar as nossas andanças nas Minas Gerais, resolvemos antes de tudo, traçar um roteiro baseado nos assuntos da cultura local, para que facilitasse o conhecimento histórico e cultural de cada região visitada. Como nosso interesse era saber, principalmente, apenas das atividades agropecuárias, então, resolvemos não fazer uma correlação dos assuntos, técnicos e culturais.
Como o assunto aqui é a qualidade do leite e seus derivados daquela região, então para nós, o ponto de partida era o Mercado Central de BH, pois lá, centraliza toda a diversidade da cultura mineira, estampada em suas 500 lojas. E lá, foi o degrau principal, porque tínhamos a informação da existência de 29 queijarias (contamos somente 23!), iria dar a noção do que buscávamos. Além das conversas ao “pé de ouvido”, buscamos também, estudos científicos que referenciassem o assunto e encontramos (depois falaremos disso), pois em nosso entendimento, há segmentos culturais, da qual temos que procurar entender e respeitar.

A foto ao lado, aponta, mais não generaliza a cultura de uma região, é um exemplo isolado, mais pelo aspecto da necessidade familiar, do que comercial em escala. É fator preocupante no agronegócio, não restam dúvidas, pois os caminhos de produtos (artesanal) da maioria de pequenos produtores, não são rastreados individualmente (é a base), mais de forma coletiva e cooperativada, dependendo da região, e isso, o consumidor não se preocupa, porque a embalagem as vezes não garante a real origem do produto, apenas o seu distribuidor.

As fotos abaixo mostra o interior das instalações de um pequeno produtor. Todos os dias dezenas de queijos são levados (de ônibus) para ser vendidos no centro de BH.